Home Data de criação : 08/08/31 Última atualização : 11/10/17 15:12 / 11 Artigos publicados

SANTO ANTONIO DE SANTANA GALVÃO, frei  escrito em sexta 12 setembro 2008 17:45

                    Imagem:Freigalvao.jpg

Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, OFM, mais conhecido como Frei Galvão (Guaratinguetá, 1739São Paulo, 23 de dezembro de 1822) foi um frade católico e primeiro santo nascido no Brasil. Foi canonizado pelo papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil (São Paulo) em 11 de maio de 2007.

O pai, Antônio Galvão de França, nascido em Portugal, era o capitão-mor da vila. Sua mãe, Isabel Leite de Barros, era filha de fazendeiros, neta de Luzia Leme, irmã de Pedro Dias Paes Leme e tia de Fernão Dias Pais, o Governador das Esmeraldas.

Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política. O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou o filho com a idade de treze anos para o Colégio de Belém, dos padres jesuítas, na Bahia, onde já se encontrava seu irmão José.

Lá fez grandes progressos nos estudos e na prática cristã, de 1752 a 1756. Queria tornar-se jesuíta, mas por causa da perseguição movida contra a Ordem pelo Marquês de Pombal, seu pai o aconselhou a entrar para os franciscanos, que tinham um convento em Taubaté, não muito longe de Guaratinguetá. Assim, renunciou a um futuro promissor e influente na sociedade de então, e aos 16 anos, entrou para o noviciado na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro.

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SANTA PERPÉTUA E FELICIDADE,escrave e senhora  escrito em quarta 10 setembro 2008 18:23

             

Santa Perpétua e Santa Felicidade foram martirizadas por decapitação no anfiteatro de Cartago no ano 203, na grande perseguição de Séptimo Severo.

Felicidade era serva (escrava) de Perpétua, que se encontrava grávida quando de sua prisão pelas autoridades romanas e deu à luz na própria prisão. A narração da coragem demonstrada pelas mártires e de seu sacrifício é detalhadamente conservada por confessores da fé cartagineses e por um escritor de sua época. Desde longa data seu nome foi incluído no Cânone Romano da Igreja Católica e são invocadas tanto na "Ladainha dos Santos" como na "Oração Eucarística I" na parte destinada à "comemoração dos defuntos". A cripta com o nome de Santa Perpétua foi encontrada há alguns anos nas ruínas da antiga Cartago.

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SÃO PEDRO CLAVER,escravo dos escravos  escrito em quarta 10 setembro 2008 18:11

                                   

o papa Leão XIII, quando leu a vida de S. Pedro Claver, exclamou: "Nunca uma biografia me havia impressionado tanto como esta". Entre todos os que trabalharam entre os negros, o mais famoso dos missionários foi o padre jesuíta Pedro Claver, que assinava "escravo dos escravos", tendo sua vida confirmado a identificação com este programa. Nasceu em Verdú (Espanha) em 1580.

Como demonstrasse especiais qualidades para o estudo, foi enviado a Barcelona, onde se entusiasmou pelos estudos eclesiásticos e, aos 20 anos, pediu para ser admitido na Companhia de Jesus. Em 1610, foi enviado à Colômbia, especificamente a Santa Fé de Bogotá. Foi porteiro, cozinheiro, enfermeiro e sacristão na casa dos jesuítas. Em 1615, em Cartagena, foi ordenado sacerdote e dedicou-se totalmente a cuidar dos escravos. Faleceu, após ficar quatro anos paralítico numa cama, em 8 de setembro 1654.

O APÓSTOLO DOS ESCRAVOS NEGROS

A Cartagena chegavam, cada ano, cerca de 10 mil escravos negros, trazidos à força do Congo e de Angola. Na África, os negreiros os compravam por duas moedas cada um e em Cartagena os vendiam a 200. O modo como os transportavam era o mais cruel e desumano: um terço morria pelo caminho. Todos os tratavam mal. Somente um homem os recebia bem: era Claver.

Ao chegar um navio negreiro, padre Claver enchia vários cestos com laranjas, limões, biscoitos e outros alimentos e medicamentos, e ia receber os escravos. Antes de tudo, procurava os mais enfermos e graves. Falava com todos por meio de gestos ou de intérpretes e eles ficavam admirados com sua grande amabilidade e bondade. Repartia os alimentos e os medicamentos e tratava de ajudá-los em tudo o que lhe era possível.

Padre Claver passava o dia visitando e ajudando os mais enfermos e abandonados Tinha sete intérpretes que sabiam os idiomas dos negros e por meio deles falava aos recém-chegados. Os negros, no começo, tinham desconfiança daquela pessoa de batina negra esfarrapada e diferente dos outros brancos que os compravam e vendiam, mas depois percebiam que aquele homem era um generoso protetor e lhe tinham muito carinho e veneração.

Pedro dedicava-se a instruir os escravos a respeito da religião e, quando já haviam aceitado que há um só Deus, que enviou seu Filho para nos salvar e que premia os bons e castiga os maus, ele os batizava. Em 40 anos, conforme os biógrafos, teria batizado mais de 300 mil negros. Depois de passar 40 anos atendendo aos mais abandonados da sociedade, foi atacado por altíssimas febres, talvez malária, tão comum na Colômbia daqueles tempos, que o deixaram paralisado e, por 4 anos, imobilizado na cama. No dia 8 de setembro de 1654, com 74 anos, "Pedro Claver, escravo, dos escravos", morreu santamente. Em 1888, o papa Leão XIII declarou-o santo, proclamando-o patrono dos missionários que trabalham entre os negros.

A ALMA DE PEDRO

Alguns poderiam achar estranho o comportamento de Pedro Claver, que trabalhou para a humanização da escravidão, mas que, segundo consta, não defendia a abolição da mesma, como uns poucos personagens de seu tempo. Para Pedro, o problema imediato era humanizar a escravidão que estava debaixo dos seus olhos e levar alívio aos sofrimentos dos escravos negros.

Sua vida de dedicação total aos escravos, como ele dizia, a exemplo de Cristo, queria ser a manifestação concreta do amor de Jesus pelos homens que mais sofriam. Vivia uma vida de penitente, para estar mais perto dos que eram obrigados a uma vida miserável, pela ganância dos senhores escravocratas.

Ele vivia, praticamente, na mesma condição dos escravos e por isso estes o aceitavam: porque o viam como irmão de sofrimento. Não lhe interessavam as disputas teóricas, mas a pessoa real que estava à sua frente, com uma dor que marcava o corpo e a alma. Sua canonização, de fato, foi decretada pelo povo, antes da Igreja.

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ÍCONES DE NOSSA SENHORA  escrito em quinta 04 setembro 2008 17:11

Os ícones são uma das belas tradições do catolicismo oriental. Cada um deles tem uma rica simbologia teológica, e todos trazem a nós a lembrança das coisas divinas. O ícone não visa a fazer uma representação humana dos retratados, e sim a deixar transparecer a sua natureza santa.

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NOSSA SENHORA E O MENINO

 

     

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NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

 

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NOSSA SENHORA DE JERUSALÉM

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NOSSA SENHORA MÃE DE DEUS

                                                 

 

 

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SANTA INÊS, virgem  escrito em quarta 03 setembro 2008 17:08

                                                   

           Moisaico de Santa Inês na Basílica de Santa Inês Extra-Muros 

Santa Inês é uma Virgem Mártir, venerada como Santa pela Igreja Católica Apostólica Romana e por outras denominações cristãs. É a padroeira da castidade, dos jardineiros, moças, noivos, vítimas de violação e virgens. Sua memória litúrgica se dá em 21 de Janeiro.

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